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29 de fevereiro de 2012
A IMPORTANCIA DO BACKUP
O backup é a única forma de recuperar informações em caso de pane (tanto por parte do hardware quanto dos softwares). Você pode não perceber, mas certamente possui várias informações importantes armazenadas em seus computadores: arquivos de dados, fotos, imagens, planilhas, textos, etc.
Computadores e programas podem parar de uma hora para outra, impedindo acesso às informações. Você nunca sabe quando isso irá acontecer, portanto é importante manter o backup sempre atualizado.
PROBLEMAS
a) Problemas técnicos
Tanto os equipamentos (computadores, no-breaks, hubs, placas, monitores, cabos de rede, etc) quanto os programas neles instalados podem apresentar problemas técnicos.
O primeiro item que nos vem a memória é o computador servidor, pois nele estão todas as principais informações. Porém esse não é o único componente que devemos prevenir. Os hubs (componente que interliga vários computadores) também pode parar e nesse caso perdemos a comunicação com o servidor.
Já na parte de software, podemos ter problemas, por exemplo, ao instalar (ou atualizar) um programa. Em algumas ocasiões um programa pode interferir nos dados do outro, causando incompatibilidade entre as versões.
b) Vírus
Com o crescimento da internet, a propagação de vírus aumentou surpreendentemente. Vírus podem chegar aos computadores através de e-mails, disquetes, cds, dvds, etc.
Mensagens recebidas (e-mail) de amigos, grandes empresas ou de desconhecidos podem conter vírus. Na maioria das vezes nem mesmo o transmissor sabe que está infectado com a praga.
Se tratando de mídia (disquetes, cds, etc), vírus estão presentes principalmente em fontes não confiáveis (programas pirateados, etc).
Como dica para prevenir infecções, mantenha um anti-vírus instalado e atualizado em todos os computadores da sua rede.
c) Arquivos danificados
Vírus podem danificar seus arquivos sem que você perceba. Falhas temporárias em equipamentos e programas também causam o mesmo problema.
Algumas vezes isso pode acontecer com um arquivo (ou parte dele) que você pouco utiliza e só irá perceber que está danificado depois de muito tempo.
Para solucionar este problema, guarde definitivamente a última cópia realizada de cada mês.
d) Extravio, Roubo, Incêndio, Enchentes
Nestes casos você poderá perder todos os equipamentos (incluindo os backups) e ficar a ver navios.
Sempre mantenha duas cópias do seu backup (uma no próprio estabelecimento e outra em casa, banco, etc). Eu sugeri duas, mas se você quiser manter três, quatro, cinco cópias de backup não irá lhe fazer mal. Quanto mais melhor.
SOLUÇÃO: O BACKUP
Para todos os problemas já explicados, a única forma de recuperar suas informações é restaurar o backup. As informações são recuperadas com todas as alterações até o momento em que ele foi realizado. Tudo o que foi feito após este momento deverá ser refeito.
Siga algumas regras e tenha um backup com mais qualidade:
a) Mídias
Hoje em dia podemos comprar uma gravadora de CD ou DVD por um preço bem acessível. Um CD ou DVD virgem além de custar menos que um disquete pode armazenar o conteúdo de centenas deles.
Você tem como alternativa outros tipos de mídia: Zip Disk, fitas DAT e até mesmo utilizar um outro HD ou outro computador para gravar seu backup.
Cuide bem dos seus backups armazenando as mídias em local seguro, seco, longe do sol e de radiação (autofalante, no-breaks, monitores), tomando cuidado para não deixá-las cair no chão, etc.
É aconselhável a substituição das mídias após algum tempo de uso (mais informações no tópico "testando seu backup").
b) Planejamento
Para maior segurança, você deve fazer 2 jogos de backup (eles terão o conteúdo idêntico um ao outro) por dia. Um desses jogos deve ficar na própria empresa e o outro deve ser armazenado em outro local. Então, se a empresa trabalha 5 dias por semana, teremos 10 jogos de backup.
A razão de tantos backups é simples: você tem 5 chances para recuperar suas informações, começando da mais recente para a mais antiga. Além disso, é aconselhável que você faça um backup mensal (12 jogos - um por mês) e um anual.
c) Recursos Avançados
Existem alguns procedimentos que automatizam a realização dos backups sem a intervenção do usuário. Porém quanto maior a segurança, maior será o investimento. Este tipo de backup foge do escopo deste artigo.
d) Testando o seu backup
É muito importante que se realize testes periódicos nos backups gravados para saber se os mesmos estão funcionando corretamente.
Infelizmente, nem sempre somos avisados quando ocorrem erros durante a gravação do backup. Além desse problema, as mídias podem ir se desgastando e perder a capacidade de manter as informações armazenadas.
Faça o teste semanalmente e verifique se todos os arquivos foram recuperados. Importante: Restaure os dados para outra pasta e nunca sobre os arquivos originais.
e) Backup de Hardware
Equipamentos também quebram. A lista inclui: o próprio computador (placas, memórias, hds, drives, monitores), hubs, cabos, etc.
Se um micro da sua empresa quebrar, quanto tempo você pode ficar com o sistema parado até consertar este equipamento? Se a resposta for "pouco tempo" a solução é ter um equipamento de backup. Isso mesmo, manter um equipamento a mais para substituição imediata do que acabou de quebrar.
Vamos um pouco mais além: E se esse micro for o servidor? Pois é, neste caso, todos computadores da rede seriam afetados.
CONCLUSÃO
Como vimos, o backup é a única forma de recuperar suas informações caso os computadores (ou programas) da sua empresa apresentem problemas. Por isso é importante que você faça diariamente o backup dos arquivos de sua empresa e de uso particular também.
O objetivo deste artigo foi alertar a importância de ter um bom backup. Não nos preocupamos em decidir quais equipamentos de backup utilizar e a melhor maneira de fazê-lo. Existem inúmeras possibilidades (depende de cada caso, quantidade de informação, fluxo, etc) e um profissional da área de informática poderá apontar a melhor solução para seu caso.
24 de fevereiro de 2012
6 dicas para praticar a inovação em qualquer tipo de negócio
Um dos mantras utilizados na gestão hoje é a inovação. Sejam em empresas grandes, pequenas, micro ou até multinacionais: inovar passou a ser indispensável para quem quer crescer – e sobreviver – no mercado.
Muitos falam, mas poucos esclarecem: afinal, o que é inovação no dia-a-dia?
Como posso inovar na minha empresa que já tem tantas urgências? Preciso entender de tecnologia de ponta, fazer benchmarking com a concorrência, pesquisar tendências, etc?
Os mais pessimistas até diriam “Impossível! Se não consigo nem atender meus clientes atuais, como vou inovar? Isto é só para quem pode!”.
É aqui que está o grande erro de quem descarta a inovação como uma ferramenta extremamente útil e eficaz para o negócio. E digo para qualquer negócio, independente da natureza da atividade ou do tamanho da empresa.
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A inovação é algo que pode acelerar o seu negócio
Entender a lógica da inovação é o primeiro passo para tirar benefícios dela. Seguem abaixo algumas dicas valiosas para quem pretende inovar e ver resultados concretos e duradouros:
1. Use os recursos disponíveis que você tem
Pode ser pouco, mas é com eles que você irá avançar para conseguir mais e melhores recursos no futuro.
2. Crie metas mensuráveis
Economizar 10% na conta de luz sem afetar a produção, melhorar o atendimento e pedir feedback dos clientes, ativar novos canais de vendas e fechar negócios por meio deles, etc.
É fundamental estabelecer metas objetivas e que podem ser medidas.
3. Observe!
E anote todos os dias defeitos e melhorias que poderiam ser feitos no negócio. Ao menos uma vez por mês faça um levantamento de tudo o que está escrito.
Os mais recorrentes serão os primeiros alvos a serem atingidos.
4. Compartilhe com funcionários, clientes e fornecedores a sua intenção
Peça sugestões dos consumidores, incentive iniciativas dos colaboradores e cobre novas alternativas dos parceiros.
Ninguém faz inovação sozinho, mas alguém tem que dar o empurrão para que todos se movimentem.
5. Comece já!
Se a cada dia, você der um passo, mesmo que pequeno, no final do ano serão 365 passos rumo ao sucesso.
6. E, por fim, pratique!
Inovação é como exercício físico. Tem que ser feito constantemente para que se pegue o jeito e o gosto.
Uma vez internalizado na empresa, o ato de inovar passa a ser uma constante e uma eterna fonte de renovação para o seu negócio.
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Se você considera que tem potencial para inovação, mas te faltam ideias, recomendo muito conferir o artigo Como gerar ideias inovadoras.
13 de fevereiro de 2012
Cliente Oculto
Hoje vamos falar um pouco sobre uma profissão que vem ganhando espaço no mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos. Uma atividade que tem grande importância devido ao serviço que presta para as empresas, sendo conhecida como uma verdadeira arma contra o mau atendimento. Estamos falando do cliente oculto (também conhecido como cliente fantasma ou cliente misterioso).
Em geral, a empresa que contrata um cliente oculto, que pode atuar em setores como indústria, serviços, varejo etc., está procurando aprimorar ainda mais a sua prestação de serviços e aumentar a satisfação de seus clientes. Ela necessita de uma observação mais detalhada, in loco, daquilo que seus funcionários estão fazendo para melhor atender seus clientes, e para isso precisam que pessoas fiquem de olho o tempo todo, relatando as impressões percebidas nas lojas. E é aí que entra o cliente oculto.
O que é o cliente oculto?
Cliente oculto é a denominação que se dá a uma pessoa contratada por uma empresa, geralmente de médio e grande porte, para prestar serviços de “espionagem”, digamos assim, sobre os produtos e serviços oferecidos pela empresa a seus clientes.
Explicando melhor, o cliente oculto recebe treinamento especializado e remuneração (em média, de R$ 50,00 a R$ 500,00 por dia, dependendo do serviço) para visitar lojas e experimentar os produtos e serviços oferecidos pela empresa que o contratou, com a finalidade de avaliar a qualidade do que está sendo feito nas lojas. Em determinadas ocasiões, situações são criadas para testar o poder de adaptação dos funcionários da empresa, por exemplo.
A idéia é quase de espionagem mesmo, uma vez que os funcionários não sabem que estão sendo avaliados naquele momento. Este tipo de observação do trabalho dos atendentes visa pegá-los de surpresa, no seu dia-a-dia, sem máscaras ou maquiagem daquilo que é praticado, comum em dias de inspeção anunciada. Este serviço pode ser feito em restaurantes, hotéis, concessionárias de veículos, lojas de fast-food, cinemas etc.
Posteriormente à observação in loco, o cliente oculto elabora um relatório altamente detalhado sobre tudo o que viu e percebeu pessoalmente, e entrega para a empresa contratante. Esta, por sua vez, criará um mapa daquilo que foi relatado e deve ser melhorado, bem como os pontos fortes que devem ser reforçados. Neste relatório deve constar informações verdadeiras e precisas sobre cada serviço analisado, avaliando aspectos como:
◦atendimento dos funcionários (simpatia, presteza, educação etc.);
◦conhecimento do produto oferecido;
◦empenho para fechar a venda;
◦domínio das técnicas de venda e negociação;
◦temperatura da comida e bebida;
◦limpeza do ambiente de trabalho;
◦tamanho da fila de espera;
◦demora no atendimento etc.
O objetivo principal do serviço de cliente oculto está ligado ao desenvolvimento dos profissionais que atuam diretamente com os clientes de uma empresa, auxiliando-os a criar uma melhor postura de trabalho, ampliando seus conhecimentos dos produtos ofertados e das atitudes que proporcionam uma boa experiência de consumo aos clientes, fidelizando-os e fazendo com que retornem sempre que possível.
Saiba mais
O Blog Mundo do Marketing já abordou este assunto, clique aqui para ver a discussão. Hoje o programa Mais Você, da Rede Globo, também abordou o assunto em um de seus quadros. Acompanhe o vídeo abaixo e veja mais informações sobre a profissão de cliente oculto:
Discussão
Porém, nem tudo são flores. Há uma discussão em torno deste tema, onde algumas pessoas dizem que é errado a empresa espionar os próprios funcionários, avaliando-os sem que eles percebam etc. Por isso, gostaríamos de saber a sua opinião sobre o tema. Você acha que o cliente oculto invade a privacidade dos funcionários da empresa? Ou você acha que a empresa tem todo o direito de acompanhar o que acontece com seus funcionários?
Participe, deixe seu comentário abaixo! Vamos discutir mais este tema polêmico!
Leia também:
1.Qual é o nome do seu cliente?
2.O “Dia do Cliente” merece algo a mais
3.Hoje é Dia do Publicitário – Conheça mais sobre esta profissão
4.A venda começa com o cliente interno
Tags:atendimento, cliente oculto, crm
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Estados se unem contra mudança de ICMS - Modificação no regime de tributação do imposto está em tramitação no Senado
Segundo levantamento, as perdas seriam de aproximadamente R$ 1 bilhão ao ano, cada Estado, no caso de uma mudança sem transição, o que poderia desequilibrar as finanças estaduais.
Os governadores argumentam que sem os incentivos à importação, Santa Catarina e Espírito Santo perderiam as empresas que operam nos Estados em razão do benefício, que passariam a importar por São Paulo, principal mercado consumidor. "São Paulo recebe aproximadamente 58% das mercadorias importadas pelo Estado de Santa Catarina", explicou o secretário Nelson Serpa.
Espírito Santo e Santa Catarina definiram que o governador Raimundo Colombo também deverá percorrer o Senado na próxima semana para reforçar o trabalho junto aos líderes dos partidos. "Vamos trabalhar em conjunto para enfrentar essa situação. Não queremos briga, mas buscamos um consenso que possa atender às necessidades das empresas que atuam nos Estados, para evitar o êxodo dessas corporações e o consequente impacto na geração de empregos e investimentos", afirmou Colombo.
Os dois Estados contam com o reforço de Goiás, que também será prejudicado. "Vamos fazer um movimento coletivo para estudar alternativas junto à CNI e Fiesp. O Espírito Santo precisa de, no mínimo, seis anos para uma transição, tempo que usaremos para realizar os investimentos em infraestrutura e tornar o Estado competitivo", explicou Casagrande.
Empresas de TI não enfrentam prejuízos com desoneração da folha de pagamento
Intensivo em mão de obra, o setor foi o mais beneficiado pela mudança no pagamento das contribuições à Previdência Social.
Apesar de criticada por alguns setores da economia, a desoneração da folha de pagamento não enfrenta resistência nas empresas de tecnologia da informação (TI).
Intensivo em mão de obra, o setor foi o mais beneficiado pela mudança no pagamento das contribuições à Previdência Social, de acordo com representantes da área.
O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, diz que o novo sistema, que entrou em vigor no fim de dezembro, barateia o custo da mão de obra e aumenta a formalização no segmento. "O novo modelo [de contribuição previdenciária] é essencial para melhorar a competitividade do setor de TI no Brasil", avalia.
De acordo com estimativa do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP), o novo sistema de recolhimento é vantajoso apenas se o custo com os empregados representar mais de 10% do faturamento. Setores mais automatizados, como a indústria de confecções, pedem a revisão das alíquotas ou a adesão facultativa ao novo modelo porque alegam ter sido prejudicados.
Com o setor de TI, no entanto, a situação é diferente. Segundo Antonio Gil, o custo da manutenção da mão de obra nesse segmento representa de 35% a 50% das despesas totais de uma empresa. A proporção sobe para 60% a 70% com os encargos trabalhistas. "O desenvolvimento de softwares [programas de computador] envolve um número elevado de profissionais", explica.
Nas empresas de call center, que também foram incluídas na nova modalidade de contribuição, o peso é maior: de 40% a 45% sem levar em conta os encargos.
Para o presidente da Brasscom, a nova forma de contribuição tem outro efeito positivo para o setor de TI ao estimular a formalização dos empregados. "Para arcar com a mão de obra qualificada, que recebe salários acima da média do mercado, várias empresas optaram por contratar profissionais como pessoas jurídicas. Essa prática provoca risco de prejuízo com ações trabalhistas, que será diminuído com o modelo que entrou em vigor", destaca.
Presidente da BRQ, empresa que desenvolve software para bancos, Benjamim Quadros diz que a desoneração da folha de pagamentos beneficia o segmento por causa da própria estrutura do setor no país.
"A maioria das empresas [de TI] no país são de pequeno ou médio porte, onde os custos com os funcionários têm peso maior em relação ao valor das vendas", ressalta Benjamin, cuja empresa tem 3 mil funcionários, mas só detém 2% do mercado nacional de TI.
Anunciada em agosto do ano passado como parte do Plano Brasil Maior (nova política industrial do governo), a desoneração da folha de pagamento mudou a forma como as empresas de cinco setores pagam a contribuição dos empregadores ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em vez de pagarem 20% sobre a folha de pagamento, esses segmentos passaram a recolher um percentual sobre o faturamento.
Para as empresas de tecnologia da informação e de call center, a contribuição passou para 2,5% do faturamento. Para as confecções e as indústrias de calçados e de artefatos de couro, o percentual corresponde a 1,5%. O novo sistema vigora até 2014, quando o governo se reunirá com os setores contemplados e avaliará se esse modelo pode ser estendido a outros setores da economia.
Fenacon
3 de fevereiro de 2012
Alterações necessárias para Emissão de NFE - Nota Técnica 2001/004
para a NF-e.
No dia 21/10/2011 foi publicada a Nota Técnica 2011.005, que fez algumas alterações e
postergou a aplicação de duas regras de validação.
As Notas Técnicas podem ser consultadas no Portal Nacional da NF-e, no link http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/principal.aspx, menu “Documentos / Notas Técnicas”.
As principais modificações introduzidas pelas Notas Técnicas são as detalhadas abaixo.
Essas novas regras de validação já estão implementadas no ambiente de testes (homologação), e estarão implementadas no ambiente de produção no dia 01/11/2011. As duas regras que foram
alteradas pela Nota Técnica 2011.005 entrarão em vigor (ambiente de produção) no dia 01/02/2011.
Com o objetivo de auxiliar os contribuintes e seus prestadores de serviços de TI na adequação de seus sistemas de emissão e gerenciamento de NF-e a Receita Estadual do RS fez uma simulação da aplicação dessas novas regras de validação. Foram reprocessadas NF-e já autorizadas para verificar quais notas teriam sido rejeitadas se as novas regras de validação já estivessem em vigor. O resultado dessa simulação pode ser conferido no link http://www.sefaz.rs.gov.br/NFE/nfe-sim-pub.aspx. A consulta mais detalhada pode ser conferida no link http://www.sefaz.rs.gov.br/NFE/nfe-sim.aspx
Caso o contribuinte tenha quaisquer dúvidas sobre as novas regras de validação, poderá saná-las
pelo email nfe@sefaz.rs.gov.br, ou no plantão fiscal, na repartição da Receita Estadual de sua localidade.
NOVAS REGRAS DE VALIDAÇÃO
(em vigor a partir de 01/11/2011)
1 - Eliminação do Ano do controle de duplicidade da NF-e
A legislação do ICMS exige que a numeração das notas fiscais siga a ordem seqüencial. Porém,
na validação da NF-e, o controle da duplicidade da NF-e era feito verificando CNPJ, série, número e ano. Isso permitia que fossem emitidas NF-es com mesmo CNPJ, série e número, mas em anos diferentes.
A partir de 01/11/2011, o controle da duplicidade irá verificar apenas CNPJ, série e número.
Não será mais possível emitir notas com mesmo número em anos diferentes.
2 – Validação do digito verificador do código EAN
Desde julho, existe a obrigatoriedade de que, se o produto sendo comercializado possuir código
de barras, então o número correspondente a esse código deve ser informado na NF-e, nos campos EAN e EANtrib.
A partir de 01/11/2011, será feita a validação do dígito verificador do código EAN, para assegurar a validade do número informado. Não será aceito o preenchimento dos campos EAN e EANTrib com zeros.
3 – Declaração de dados em operações de importação
Em notas de importação (CFOP começando com 3), será obrigatório informar os dados
referentes a IPI e Imposto de Importação.
Essa regra não se aplica aos seguintes CFOPs: 3.201, 3.202, 3.211, 3.503, 3.553.
4 – Limite no valor total da nota
Haverá um limite máximo para o valor da NF-e. Esse limite será definido para cada estado.
O objetivo desse limite é evitar a emissão de NF-e com valores absurdos, como por exemplo,
uma nota no valor de 50 milhões que, por erro de digitação, saia com o valor de 50 bilhões.
5 – CNPJ do destinatário no ambiente de homologação.
Em alguns estados, é exigido que as notas emitidas no ambiente de testes (homologação)
tenham o CNPJ 99.999.999/0001-91. Essa regra será retirada.
Permanecerá a exigência de informar o texto “NF-E EMITIDA EM AMBIENTE DE
HOMOLOGACAO - SEM VALOR FISCAL” no campo de Razão Social do destinatário.
6 – Validação dos valores no quadro de totais
Em uma NF-e, o valor dos totais, deve ser igual à soma dos valores dos itens. Por exemplo, se
um item da nota tiver o valor do produto igual a 100,00, e outro item tiver o valor 50,00, então o valor total dos produtos deverá ser 150,00.
Atualmente, essa verificação não é feita para os seguintes dados: II, PIS, COFINS, Outro, Serv,
ISS. A partir de 01/11/2011, essa verificação passará a ser feita também para esses dados.
Gostaria de chamar a atenção em especial para essa regra. Um dos erros mais comuns que foram
encontrados na simulação foi informar os valores de PIS e COFINS no quadro de totais da nota,
mas informar valor zerado no item da nota.
7 – Emissão de notas com desoneração de ICMS
Em notas com desoneração de ICMS, será obrigatório informar o valor do imposto que foi
desonerado. Quando o motivo da desoneração do ICMS for remessa para SUFRAMA, o CFOP deverá ser
6.109 ou 6.110.
A seção 8 da Nota Técnica possui um exemplo prático de como fazer o preenchimento de uma NF-e destinada à Zona Franca de Manaus.
8 – Regras de formatação de alguns campos
As seguintes regras serão estabelecidas:
· Não será possível informar hora de saída sem que seja informada também a data de saída
· Os campo de quantidade comercial e quantidade tributável poderão ter no máximo 11 dígitos
· Em notas com Substituição Tributária retida anteriormente (CST = 60), os campos “Valor da BC do ICMS ST retido” e “Valor do ICMS ST retido” serão de preenchimento opcional, caso não sejam exigidos pela legislação.
· Pode haver um máximo de 100 DIs em cada nota, e máximo de 100 adições em cada DI
· Pode haver um máximo de 120 duplicatas em cada nota
· A placa do veículo só poderá ser informada com um dos seguintes formatos: XXX9999, XXX999, XX9999 ou XXXX999
· O número da nota de empenho deve ser informado, quando se tratar de compras públicas
NOVAS REGRAS DE VALIDAÇÃO
(em vigor a partir de 01/02/2012)
1 - Valor total da nota
O campo “Valor total da nota” deverá ter o resultado da seguinte fórmula:
Valor total da nota = Valor do produto ou serviço - Valor dos Descontos + Valor do ICMS por ST
+ Valor do Frete + Valor do Seguro + Outras despesas acessórias + Valor do II + Valor do IPI + Valor dos serviços (tributados pelo ISSQN)
Em algumas operações, será necessário incluir também o valor de algum item que não foi mencionado na fórmula. Nesse caso, esse valor pode ser somado no campo “Outras despesas acessórias”.
Essa nota não será aplicada para NF-e de entrada. No caso de notas de faturamento de veículos novos, não será considerado o valor do ICMS por ST.
2 - Valor do produto
No detalhamento de produtos e serviços, o valor do produto (tag vProd) deve ser igual ao resultado da multiplicação “Valor unitário X Quantidade”. Por exemplo, se o valor unitário for 100,00, e a quantidade for 10, então o valor do produto deverá ser 1.000,00.
Essa regra é válida tanto para a unidade e quantidade comercial quanto para a unidade e quantidade tributável.
Essa regra não será aplicada para NF-e Complementar ou NF-e de ajuste.
30 de janeiro de 2012
Confira se sua empresa pode aderir ao Simples
As Microempresas (ME) ou as Empresas de Pequeno Porte (EPP) (lista atualizada em função da Lei Complementar nº 128, de 19.12. 2008):
· que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior, receita bruta superior a R$ 2.400.000,00;
· de cujo capital participe outra pessoa jurídica;
· que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior;
· de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 2.400.000,00;
· cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 2.400.000,00;
· cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 2.400.000,00;
· constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo;
· que participe do capital de outra pessoa jurídica;
· que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar;
· resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 anos-calendário anteriores;
· constituída sob a forma de sociedade por ações;
· que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring);
· que tenha sócio domiciliado no exterior;
· de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal;
· para os fatos geradores até 31 de dezembro de 2008, que preste serviço de comunicação;
· que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa;
· que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros;
· que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica;
· que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas;
· que exerça atividade de importação de combustíveis;
· que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: o cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes; o bebidas a seguir descritas: alcoólicas; refrigerantes, inclusive águas saborizadas gaseificadas; preparações compostas, não alcoólicas (extratos concentrados ou sabores concentrados), para elaboração de bebida refrigerante, com capacidade de diluição de até 10 partes da bebida para cada parte do concentrado; cervejas sem álcool;
· que tenha por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, bem como a que preste serviços de instrutor, de corretor, de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios;
· que realize cessão ou locação de mão-de-obra;
· que realize atividade de consultoria;
· que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; e
· que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS.
Nota: As exceções à lista acima encontram-se abaixo.
QUAIS AS ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EXERCIDAS PELAS MICROEMPRESAS (ME) E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE (EPP) QUE NÃO IMPEDEM A SUA OPÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL?
Podem optar pelo Simples Nacional as ME e as EPP que se dediquem à prestação de serviços não listados acima, bem como as que exerçam as atividades abaixo, desde que não as exerçam em conjunto com outras atividades impeditivas (lista atualizada em função da Lei Complementar nº 128, de 19.12. 2008):
· creche, pré-escola e estabelecimento de ensino fundament al, escolas técnicas, profissionais e de ensino médio, de línguas estrangeiras, de artes, cursos técnicos de pilotagem, preparatórios para concursos, gerenciais e escolas livres;
· agência terceirizada de correios;
· agência de viagem e turismo;
· centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga;
· agência lotérica;
· serviços de instalação, de reparos e de manutenção em geral, bem como de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais;
· construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores;
· transporte municipal de passageiros;
· empresas montadoras de estandes para feiras;
· escolas livres, de línguas estrangeiras, artes, cursos técnicos e gerenciais;
· produção cultural e artística;
· produção cinematográfica e de artes cênicas;
· cumulativamente administração e locação de imóveis de terceiros;
· academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais;
· academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes;
· elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos, desde que desenvolvidos em estabelecimento do optante;
· licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação;
· planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas, desde que realizados em estabelecimento do optante;
· escritórios de serviços contábeis;
· serviço de vigilância, limpeza ou conservação;
· laboratórios de análises clínicas ou de patologia clínica;
· serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos óticos, bem como ressonância magnética;
· serviços de prótese em geral.
A OPÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL PODE SER EFETUADA A QUALQUER TEMPO?
Não. A opção pelo Simples Nacional somente poderá ser realizada no mês de janeiro, até o seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário da opção.
Nota:
1. Excepcionalmente, para o ano-calendário de 2007, a opção pôde ser realizada do primeiro dia útil de julho de 2007 até o dia 20 de agosto de 2007, produzindo efeitos a partir de 1º de julho de 2007.
2. Na hipótese de início de atividade no ano-calendário da opção, a partir de 01.01.2009, a ME e a EPP, após efetuar a inscrição no CNPJ, bem como obter a sua inscrição municipal e estadual, caso exigíveis, poderão efetuar a opção pelo Simples Nacional no prazo de até 30 dias contados do último deferimento de inscrição.
3. A ME ou a EPP não poderá efetuar a opção pelo Simples Nacional na condição de empresa em início de atividade depois de decorridos 180 (cento e oitenta) dias da data de abertura constante do CNPJ.
A MICROEMPRESA (ME) OU A EMPRESA DE PEQUENO PORTE (EPP) QUE INICIAR SUA ATIVIDADE EM OUTRO MÊS QUE NÃO O DE JANEIRO PODERÁ OPTAR PELO SIMPLES NACIONAL?
Conforme dispõe a Resolução CGSN nº 4, de 30.05.2007, após efetuar a inscrição no CNPJ, bem como obter as suas inscrições Estadual e Municipal, caso exigíveis, a partir de 01.01.2009, a ME ou a EPP terá o prazo de até 30 dias, contados do último deferimento de inscrição, para efetuar a opção pelo Simples Nacional. Após esse prazo, a opção somente será possível no mês de janeiro do ano-calendário seguinte.
Nota:
1. A ME ou a EPP não poderá efetuar a opção pelo Simples Nacional na condição de empresa em início de atividade depois de decorridos 180 (cento e oitenta) dias da inscrição no CNPJ.
O PRAZO DE 30 DIAS A QUE SE REFERE A PERGUNTA ACIMA, OU SEJA, O PRAZO PARA SE FAZER A OPÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL APÓS O DEFERIMENTO DA ÚLTIMA INSCRIÇÃO, É CONTADO EM DIAS CORRIDOS OU DIAS ÚTEIS?
Esse prazo é contado em dias corridos, ou seja, são contados sábados, domingos e feriados, excluindo-se o primeiro dia e incluindo-se o último.
Exemplo: data da última inscrição = 20.01.2009 -> último dia para fazer a opção = 19.02.2009
Confira AQUI a nova data de opção para 2009.
A pequena empresa e as competências do empreendedor – I
Todo empresário, inclusive o da pequena empresa, deve procurar aprimorar mais e mais essas competências.
Estaremos aqui procurando trocar algumas idéias relativas a essas competências para que esse aprimoramento se torne mais claro e viável.
- Comercialização, Vendas e Atendimento
Essas competências têm sua importância, pois uma empresa que não consegue buscar conhecer as diferentes maneiras de disponibilizar seus produtos no mercado e ainda dominar de forma profissional as técnicas de venda, e as estratégias de comercialização dos mesmos dificilmente terão sucesso no mercado. Ainda aqui é preciso conhecer o comportamento desse mercado e a visualização de eventuais oportunidades. Dentro deste enfoque, é preciso lembrar que hoje, devido às exigências cada vez maiores do consumidor, o atendimento se torna peça chave no processo de comercialização e venda. Esse atendimento é que poderá encantar ou não seu cliente, tornando-o um vendedor ativo de sua empresa ou não.
- Técnicas e Produção
Todo empresário, inclusive o das pequenas empresas necessita dominar de forma tácita e explícita as técnicas de obtenção de seus produtos, seja ele um bem ou um serviço. Inclusive deve aprimorar constante e regularmente todos os processos. Desta forma o empresário necessita elaborar um planejamento dos recursos disponíveis para que consiga um índice de produtividade que torne sua empresa mais competitiva.
O aprimoramento contínuo torna-se imprescindível para que o empresário consiga visualizar as novas tecnologias, que a cada dia são disponibilizadas através de instituições e órgãos específicos, além de procurar participar de cursos que visam levar até os empresários as técnicas mais modernas e atuais.
- Gestão da Qualidade e Otimização dos Recursos
No que se refere a essas duas competências, há que se concentrar basicamente na mudança de cultura da empresa ou na gestação de uma cultura organizacional compatível com o mundo atual. Para tanto o empresário pode fazer uso de algumas ferramentas que auxiliem no aprimoramento da qualidade de seus produtos ou serviços e na redução dos desperdícios visíveis ou invisíveis, como por exemplo os energéticos. Uma ferramenta de fácil aplicação, de resultados quase que imediatos e que praticamente todos conhecem, são os “5S”, ou os cinco sensos japoneses.
- Controles Financeiros e Formação de Preços
O empresário iniciante ou o que já está com sua empresa em franca atividade necessita conscientizar-se de que é imperioso separar as contas bancárias: a da pessoa física da conta da pessoa jurídica. Conhecer e dominar os custos variáveis e os fixos de sua empresa. Daí irá ser bem sucedido nas análises financeiras da empresa através dos controles, das previsões e análise do caixa da empresa. Os parâmetros acima irão subsidiá-lo na formatação dos preços de seus produtos ou serviços e ainda na determinação do ponto de equilíbrio.
- Logística e Distribuição
Trata-se do conhecimento e do domínio que deverá ter o empresário dos princípios básicos e lógicos para uma distribuição de seus produtos e oferecimento de seus serviços, desde a entrada dos recursos necessários até o atendimento efetivo do cliente.
Concluindo, é necessário ressaltar que o empresário tenha, antes de mais nada, uma noção bastante clara que ser empresário hoje está longe de ser o empresário de cinqüenta anos atrás. Lá uma pessoa iniciava um “negócio” e ele prosperava, quase que naturalmente. Hoje há que se desenvolver de forma profissional suas competências e as competências técnicas são um importante conjunto delas.
:: Diário de Natal - Crédito: uso tem de ser consciente ::
Um dos obstáculos mais reclamados pelos empreendedores individuais para a evolução e mudança de patamar dos negócios atende pelo nome de crédito. É o dinheirinho que falta para investir em equipamento, transporte, compra de um ponto comercial, ou que sirva para capital de giro, desde que seja, vale ressaltar, para ser aplicado no negócio. Isso porque muitos confundem o recurso disponibilizado pelos bancos como um dinheiro qualquer, que pode ser utilizado nas finanças pessoais, como por exemplo, para pagar uma dívida.
"Formalização é um passo adiante", diz Zeca Melo, superintendente do Sebrae-RN. Órgão orienta os microempreendedores sobre a gestão do negócio e acesso a oportunidades de crescimento Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press
Para a superintendente de Microfinança Urbana e Micro e Pequenas Empresas (MPE) do Banco do Nordeste (BNB), Anadete Apoliano Torres, a nomenclatura fala por si só: o crédito é "produtivo". "Observamos casos em que eles não sabem separar o que é o dinheiro do empreendimento e o deles". Enxergando essa desinformação, Anadete enfatiza que o serviço de orientação é fundamental no momento da retirada do recurso. Cabe à figura do assessor de crédito a responsabilidade de daro encaminhamento correto aos empreendedores para a aplicação dos recursos.
"O uso deve acontecer sempre em função do crescimento do empreendimento", acrescenta Anadete, que desmistifica a ideia da evolução do negócio estar necessariamente ligada a quanto é investido. "Se fosse só dar dinheiro para crescer seria muito simples", reforça. No entendimento da superintendente de Microfinaça, o crédito pode sim gerar a melhoria das finanças pessoais, mas como consequência do desenvolvimento do negócio, convertendo o investimento inicial em renda para a família.
O superintendente do Sebrae/RN, José Ferreira de Melo Neto, concorda, e dá um conselho: "o pior que pode acontecer é você montar uma empresa só para pegar o dinheiro". De acordo com ele, quem abre um negócio com esse objetivo tem uma tendência grande de colocar o dinheiro fora do empreendimento, que por sua vez tende a ruir. "O crédito tem de ser visto como uma alternativa", conclui.
Entenda mais sobres os motivos da retirada do MegaUpload do ar!
Desde sempre, usuários colocam episódios de seriados, filmes e músicas no site para compartilhar com os outros, o que enquadra em compartilhamento ilegal. O uso legítimo existe, é claro. Mas a atenção sempre vai para o pior. Mesmo assim, a retirada do MegaUpload do ar teria sido por uma verdadeira revolução na forma da venda e distribuição de músicas online.
…flashback…
Ao mesmo tempo em que a Universal Music Group exigiu a retirada do site do ar, por causa de um vídeo onde vários artistas apoiavam e diziam que usavam o serviço (isso ainda em dezembro, antes da explosão doSOPA e afins), o MegaUpload estava prestes a lançar o MegaBox.
O que é “MegaBox”? Era uma iniciativa de permitir que os músicos e artistas musicais vendessem suas obras diretamente para o consumidor. 90% do valor de venda iria diretamente para os artistas. Alguns dos parceiros confirmados incluíam o Gracenote e a Amazon.
26 de janeiro de 2012
SET - Secretaria de Estado da Tributação | Governo do RN
25/11/2011
Comitê Gestor aprova resolução que regulamenta o parcelamento no Simples Nacional (Notícias Receita Federal
)
http://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/noticias/2011/novembro/Comite_gestor_aprova.asp
O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) aprovou a Resolução nº 92, encaminhada para publicação no DOU, que regulamenta o parcelamento dos débitos tributários apurados no Simples Nacional.
ÓRGÃO CONCESSOR
O parcelamento será solicitado junto:à RFB, exceto nas situações descritas nas duas próximas hipóteses;à PGFN, quando o débito estiver inscrito em Dívida Ativa da União (DAU);ao Estado, Distrito Federal (DF) ou Município, com relação ao débito de ICMS ou de ISS nas seguintes situações:transferidos para inscrição em dívida ativa estadual, distrital ou municipal, quando houver convênio com a PGFN nos termos do § 3º do art. 41 da LC 123/2006. A relação dos entes que fizeram o convênio será divulgada mensalmente no Portal do Simples Nacional.lançados individualmente pelo Estado, DF ou Município, na fase transitória da fiscalização - antes da disponibilização do Sistema Único de Fiscalização (Sefisc). O parcelamento desses débitos obedecerá inteiramente à legislação do respectivo ente;devidos pelo Microempreendedor Individual (MEI).
DÉBITOS OBJETO DO PARCELAMENTO
Poderão ser parcelados débitos apurados no Simples Nacional constituídos e exigíveis.O débito pode ter sido constituído:pela RFB, Estado, DF ou Município por meio de lançamento fiscal;pelo contribuinte, por meio:da DASN - débitos até o ano-calendário 2011;do PGDAS, débitos a partir de janeiro de 2012.
CONDIÇÕES GERAIS DO PARCELAMENTO
Prazo: até 60 parcelas Correção das parcelas pela SELIC
VEDAÇÕES</STRO< p>
24 de janeiro de 2012
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Carta ao Cliente da Kadoshi - SPED E Gestão empresarial
Esta mudança requer a transformação da mentalidade dos donos dos negócios, estamos a cada dia vendo o quanto devemos nos movimentar para não ser consumido pela concorrência, pela aplicação de ferramentas do governo na arrecadação de impostos e a velocidade de como as coisas andam.
O objetivo deste canal (comunicação), o nome já diz sermos um canal de comunicação para lhe auxiliar nessas mudanças, e é isso que queremos apresentar a vocês a mudança que vem por ai.
Prazos e mais prazos são dados para que as empresas e a contabilidade delas se adéqüem as mudanças, não obstante, vemos novas normas ampliando os prazos para essa adequação, mas, muitas delas o prazo chegam e não mais aceitam desculpas para a adequação.
Quero falar sobre o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), mas na prática o que é isso, o que afeta no negócio, é exatamente isso que queremos explicar. O governo precisa arrecadar dinheiro com os impostos, ano a após ano isso na prática já acontece, mas o que não sabemos direito é que o governo busca meios inteligentes e eficazes para fazer isso e no Brasil somos sinônimos de inteligência fiscal, começando pelo projeto da NFE (Nota Fiscal Eletrônica) que é uma das ferramentas do SPED, isso significa que o Fisco também entrou na era digital.
Acontece que essas ferramentas do governo não servem somente para arrecadar impostos, de fato isso é o que eles mais buscam, mas também serve para as empresas crescerem na gestão, elas contribuem para o negócio, que podem ser realmente usadas para o fracasso e ou para o sucesso, o fracasso porque se as empresas estiverem pensando que não serão afetadas com isso, serão sucumbidas e não terão tempo suficiente de serem socorridas, pois a metodologia do governo na aplicação de suas ferramentas de combate a sonegação deixarão as empresas despreparadas, sem saída, quando falo de despreparo estou falando da falta de organização e gestão, pois ai está o sucesso, o SPED pode sim muito contribuir para isso.
Como pode ser? È ai que está o governo tem feito essas mudanças, mas isso obrigará as empresas a ficarem mais profissionais, competitivas e organizadas, não haverá espaço para empresas imaturas que não sabem o foco dos seus negócios nem a dimensão da responsabilidade que está vindo para elas.
A Kadoshi Automação e Assessoria Contábil vêm nesta era do SPED e das transformações administrativas e contábeis propor a seus clientes, como questão de sobrevivência no mercado, a aderir fielmente a este cenário de mudanças onde estão dois combates envolvidos, ou descartar essa observância ou se preparar para as mudanças a partir de agora. Então nos apresentamos como aliado a sua empresa a se preparar para o sucesso.
Temos a personalidade de oferecer os softwares de Automação Comercial que já é a ferramenta indispensável para essa nova era do SPED e agora vocês já podem contar também com uma equipe de profissionais Administrativos e Contábeis capacitados para assessorar nestas mudanças, aliando Ferramentas Tecnológicas (Sistema para Automação) com o Assessoramento Administrativo e Contábil da sua empresa. Propomos ser o elo preparatório para as mudanças, dando-lhe uma Assessoria Administrativa e Contábil eficaz.
Enfim, queremos que as empresas observem o tempo, pois pra uns podem ser tempos ruins, pois dependerá acordar e despertar, para outros tempos bons, pois entenderá o recado para avançar.
Ligue para nós, solicite-nos uma visita de um de nossos consultores e sinta o quanto podemos ajudar a sua empresa, nossa missão é levar os clientes a caminhos de sucesso nunca alcançado antes.
Acesse nosso site e se informe melhor www.kadoshiautomacao.blogspot.com
22 de janeiro de 2012
Entenda o SOPA e o PIPA, projetos de lei que motivam protestos de sites
Elas ainda tramitam no Congresso americano.
Dois projetos de lei, o Stop Online Piracy Act (pare com a pirataria on-line, em tradução livre), conhecido como SOPA, e “Protect IP Act” (ato para proteção da propriedade intelectual), chamado de PIPA, que estão no Congresso dos Estados Unidos, provocaram manifestações ou interrupções de serviços de sites importantes como Google, Wikipedia e Craigslist, de classificados, nesta quarta-feira (18).
Ambos os projetos de lei visam combater a pirataria na internet. O PIPA deverá será votada pelo Senado norte-americano no dia 24 de janeiro. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara.
No SOPA, a proposta é ter penas de até 5 anos de prisão para os condenados por compartilhar conteúdo pirata por 10 ou mais vezes ao longo de 6 meses. Os sites como Google e Facebook, por exemplo, também poderiam ser punidos pela acusação de “permitir ou facilitar” a pirataria. A pena seria o encerramento dos serviços e banimento de provedores de internet, sistemas de pagamento e anunciantes em nível internacional.
Pela lei, qualquer site pode ser fechado apenas por ter conexão com outro site suspeito de pirataria a pedido do governo dos EUA ou dos geradores de conteúdo. Ferramentas de busca como o Google, por exemplo, teriam que remover dos resultados das pesquisas endereços que compartilhem conteúdo pirata, correndo o risco de punição.
Quem é a favor
As propostas têm apoio de emissoras de TV, gravadoras de músicas, estúdios de cinema e editoras de livros, que se sentem lesadas com a livre distribuição de filmes e músicas na web, principalmente em servidores internacionais. Disney, Universal, Paramount, Sonyx e Warner Bros. apoiam esses projetos.
Quem é contra
Já empresas de tecnologia como Google, Facebook, Wikipedia, Craigslist, WordPress, entre outros, são contra os projetos de lei, alegando que, caso aprovados, eles teriam menos liberdade da internet e dão poderes em excesso para quem quiser tirar os endereços do ar, prejudicando o funcionamento da web em todo o mundo.
A Casa Branca também se manifestou contra os projetos, afirmando que eles podem atentar contra a liberdade de expressão na internet. Sem o apoio, eles podem sofrer modificações ou até serem diluídos no Congresso e no Senado americanos.
Em mensagem publicada em seu blog no último fim de semana, a Casa Branca afirmou que não pode apoiar “um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global”.
Fonte: G1 em http://g1.globo.com/
20 de janeiro de 2012
FISCO DO RN ULTRAPASSA R$ 3 BILHÕES DE ARRECADAÇÃO DO ICMS
Para fechar o ano com chave de ouro, em dezembro, a arrecadação do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) registrou R$ 297.748.977,65 milhões, a segunda maior arrecadação da história do fisco norte rio-grandense. As cifras arrecadadas superaram em 4%, ou seja, mais de 10 milhões da meta prevista para o respectivo mês, que era de R$ 287.148.181, além de ter excedido em mais de 05 milhões sobre o valor arrecadado em dezembro do ano anterior.
Para a presidente do Sindifern, Marleide Macêdo, nesses 12 meses de 2011, a arrecadação de tributos estaduais, principalmente no que se refere à arrecadação do ICMS, obteve recordes mensais de recolhimento. "De fevereiro a dezembro, houve um aumento na arrecadação do ICMS de R$ 30 milhões por mês em média, gerando um incremento anual de aproximadamente R$ 330 milhões", revela a presidente.
"Esse resultado não vem por acaso. Tudo isso é o fruto da organização administrativa da Secretaria da Tributação, a qual, há mais de 15 anos, é independente da do Planejamento. A política salarial de premiar a produtividade (meritocracia), além da contínua qualificação dos auditores fiscais, são fatores preponderantes para esse sucesso. Cada auditor fiscal, da capital ao mais longínquo posto fiscal do interior, exerce com profissionalismo, dedicação e responsabilidade suas funções. Um aumento desses viabiliza a possibilidade do Estado investir mais no desenvolvimento econômico, social e na qualidade de vida dos cidadãos norte riograndenses, além de viabilizar o cumprimento dos acordos firmados com os servidores estaduais", garante Marleide Macêdo.
Segundo o secretário de Tributação do RN, José Airton da Silva, os fatores principais que propiciaram os sucessivos aumentos na arrecadação, foram em primeiro lugar o crescimento da economia e, em segundo, a implantação do sistema de controle de circularização de documentos eletrônicos, desenvolvido pela SET, que possibilitou o lançamento pelo auditor fiscal de notas fiscais eletrônicas não registradas, no extrato fiscal do contribuinte.
Para José Airton da Silva, as expectativas do Fisco em 2012, são de continuar superando as metas de recolhimento. "Vamos desenvolver ações de itinerância fiscal; parcerias com o Ministério Público, Sebrae, Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN); e diversas outras ações fiscais mais ostensivas no intuito de continuar a aumentar as arrecadações e combater a sonegação", conta.
E o Sindifern como representante da categoria, reafirma seu compromisso de continuar lutando pelos direitos e interesses do grupo funcional fisco, parabenizando, por fim, todos os Auditores Fiscais do RN pelo excelente e produtivo desempenho no ano de 2011.
Logo abaixo, segue a tabela com os valores detalhados das arrecadações* nos meses de janeiro a dezembro de 2010 e 2011:
MESES 2010 2011
JANEIRO R$ 246.602.785,00 R$ 240.992.913,59
FEVEREIRO R$ 212.112.350,00 R$ 242.542.472,16
MARÇO R$ 206.260.726,00 R$ 241.239.522,39
ABRIL R$ 237.930.890,00 R$ 246.897.478,65
MAIO R$ 225.039.764,00 R$ 301.779.627,71
JUNHO R$ 231.377.226,00 R$ 249.251.468,15
JULHO R$ 235.266.491,00 R$ 267.298.043,62
AGOSTO R$ 241.171.179,82 R$ 275.582.768,59
SETEMBRO R$ 235.584.122,00 R$ 279.587.779,97
OUTUBRO R$ 248.742.883,00 R$ 276.521.281,00
NOVEMBRO R$ 234.777.568,00 R$ 253.761.843,48
DEZEMBRO R$ 292.501.365,90 R$ 297.748.977,65
*Dados disponíveis no portal da transparência (www.transparência.rn.gov.br)
19 de janeiro de 2012
Contribuintes do RN terão até 1° de janeiro de 2012 para implantar a Nota Fiscal eletrônica
Atualmente, cerca de 20 mil contribuintes no Rio Grande do Norte já estão obrigados a emitir NF-e, em função da sua atividade econômica. Com esse novo decreto, publicado em setembro de 2011, esta obrigatoriedade passará a alcançar também 7.700 contribuintes normais sediados no estado e ainda não obrigados pela sua atividade econômica.
De acordo com a Secretaria de Estado da Tributação (SET), a estima-se que em torno de 2.200 contribuintes sejam emitentes contumazes da nota fiscal modelo 1/1-A (também popularmente chamada de 'nota grande' em alusão ao tamanho maior do papel). Estes precisam estar atentos para a nova sistemática que será obrigada a partir de janeiro de 2012. Após essa data, a emissão deste modelo será considerada inidônea, e quem descumprir estará sujeito às penalidades previstas no R-ICMS/RN.
A administração tributária alerta os contribuintes para que fiquem atentos ao prazo, e assim evitar autuação do fisco pelo uso indevido da Nota Fiscal em papel.
Segundo o auditor fiscal Marconi Brasil, a Nota Fiscal Eletrônica é de grande importância para o Estado, visto que, contribui com um incremento indireto na arrecadação do ICMS no Rio Grande do Norte, em função do aumento de controle pelo fisco sobre as operações realizadas. “Também ganham os contribuintes, que têm a oportunidade de automatizar o processo de emissão, e a sociedade, em um sentido mais amplo, ao passo que promove uma maior justiça fiscal e favorece a ampliação da base arrecadatória, essencial para a aplicação dos recursos e investimentos do estado para a sociedade”, disse.
Algumas vantagens da Nota Fiscal Eletrônica
Simplifica as obrigações acessórias dos contribuintes
Permite o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco.
Economia de papel - emissão tradicional pode significar até 5% do faturamento das empresas, segundo dados nacionais
Preservação do meio ambiente
Aumento da competitividade entre as empresas
Redução de custos operacionais
Saiba
· A NF-e é um projeto nacional, implantado gradativamente desde 2007 e que já tem mais de 700 mil empresas emitindo em todo o país;
· A versão atual da NF-e é denominada ‘2.0’, em vigor desde abril de 2011 e que vem sendo aperfeiçoada pelas administrações tributárias;
· O cupom fiscal e as notas fiscais do modelo 2 continuam válidos para acobertar as operações destinadas a consumidor final.
Por quanto tempo o Brasil ficará deitado em berço esplêndido?
Se mais de 600 mil empresas já são emissoras de Nota Fiscal eletrônica (NF-e), estas mesmas pessoas jurídicas lançaram algo em torno de 3 bilhões de documentos fiscais eletrônicos, desde 14 de setembro de 2006.
E mais: Cerca de 150 mil empresas autenticam seus livros contábeis em meio digital, via SPED Contábil, enquanto o mesmo montante transmite mensalmente seus livros fiscais de ICMS e IPI eletronicamente com a EFD-ICMS/IPI.
No primeiro trimestre de 2012 a escrituração das contribuições do PIS e da Cofins serão realizadas via EFD-PIS/Cofins por nada menos do que 1,5 milhão de empresas. E, até 2014, estas mesmas companhias participarão da EFD-ICMS/IPI.
Os números não param por aí. De um total de 6 milhões de empreendimentos legalmente constituídos, 5 milhões aderiram ao Simples Nacional, segundo o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).
Mesmo estes que, por enquanto, estão de fora do SPED Contábil, da EFD-PIS/Cofins e da EFD-ICMS/IPI, participam direta ou indiretamente do SPED, ao emitir ou receber a NF-e. Ressalto o “por enquanto”, pois já há um Grupo de Trabalho estudando o SPED para as pequenas empresas, carinhosamente apelidado de Spedinho.
Em outro aspecto da questão, um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) mostra que, 20 anos após a promulgação da Constituição de 1988 foram editadas, em média, 34 normas tributárias por dia ou 1,42 por hora.
Quem acompanha a “Legislorragia Tributária”, a qual se referia o nosso saudoso professor Antonio Lopes de Sá, tem consciência da profundidade do problema. Certamente, não há solução fácil para isto. Muito menos, a expectativa de que se resolva no curto prazo. Particularmente, não vejo perspectivas nem no médio.
Então, se por um lado temos um movimento do fisco rumo à inteligência eletrônica – tão irreversível quanto a fotografia digital, mídias sociais, e-books, convergência de mídias, mobilidade etc., por outro há uma complexidade crescente no sistema tributário, acompanhada de uma volatilidade quântica das regras que compõem este intrincado sistema.
Observadores atentos e realistas deste cenário percebem claramente que:
1. Inevitavelmente, todo o contingente empresarial deverá adotar tecnologias de apoio à gestão – sistemas integrados (ERP) com boa base fiscal.
2. Estes sistemas, além da óbvia conformidade fiscal, deverão ser integrados intra e inter empresas, criando assim um gigantesco sistema de B2B – Business to Business.
3. A segurança destes documentos fiscais, tanto no armazenamento quanto na tramitação, será fator crítico de sobrevivência para qualquer tamanho de empresa, sendo que o menor participante da cadeia produtiva poderá expor as vulnerabilidades do maior, demonstrando assim que no mundo integrado ninguém é bom sozinho.
4. Com tanta volatilidade nas regras tributárias, as soluções utilizarão, imprescindivelmente, tecnologia Cloud (nuvem). Seria uma insanidade imaginar atualizações quase que diárias em uma base instalada de 6 milhões de usuários de sistemas estabelecidos em organizações distribuídas por mais de 5 mil municípios.
Contudo, a realidade brasileira quanto ao uso de ERP é assustadora. Menos de 1% do total de empresas utilizam algum tipo de software de apoio à gestão. Ora, com um mercado desta magnitude, é perfeitamente possível afirmar que ainda não há líder consolidado.
O ranking dos ERPs divulgado no relatório “All Software Markets, Worldwide – 2010″, elaborado pelo Instituto Gartner, aponta a brasileira Totvs como a 6ª maior empresa de ERP do mundo (em faturamento), logo atrás da Microsoft.
No topo desta lista está a SAP. A Oracle é a segunda, Sage e Infor completam o rol das maiores. A carteira de clientes de ERP da Totvs apresenta algo em torno de 26,2 mil nomes. Parece muito, mas esse volume só representa 0,4% do total de empresas. Na prática, o Brasil comporta mais 200 Totvs!
Espero que elas sejam desenvolvidas a partir dos milhares de pequenas e tradicionais fornecedoras de ERP espalhadas pelo território nacional. Ou que sejam criadas de centenas de startups que já entenderam o recado e, creio eu, têm boas chances de dar uma surra de inovação nas tradicionais.
Mas que seja rápido, pois as norte-americanas, europeias e asiáticas certamente não deixarão de abocanhar uma boa fatia deste mercado. E cabe dizer ainda que um incentivo governamental na área fiscal-tributária seria muito bem-vindo para um segmento que certamente fará muita diferença para o desenvolvimento do nosso país
16 de janeiro de 2012
Qual é o básico para se abrir uma empresa?
PLANO DE NEGÓCIOS
Alguns empreendedores acreditam que um plano de negócios é um aglomerado de “chutes” sobre o futuro de um negócio, mas estão enganados. Um plano de negócios bem feito, utilizando ferramentas consagradas do mercado e até apoio de uma consultoria, pode facilitar muito a concretização de um novo negócio. Quando imaginamos a nossa empresa, tendemos a imaginá-la dando super certo, mas a realidade pode ser cruel com o nosso fluxo de caixa se as métricas utilizadas forem superestimadas.
CONTADOR
Um bom profissional de contabilidade ou um escritório irá lhe dar o passo a passo e os investimentos necessários para abrir o seu negócio dentro da lei. Além disso, ele também pode lhe dar uma consultoria especializada em diversos assuntos que você necessite dentro do seu modelo de negócios. Como todo negócio muda muito rapidamente hoje em dia, ter um bom profissional desta área pode lhe poupar tempo e gasto desnecessários de recursos, investindo em algo que não era necessário ou que não era legal para a sua empresa.
ADVOGADO
A maior parte dos empreendedores só se lembra deste profissional quando chega um problema cabeludo em suas mãos. Eu mesmo já tive que pagar R$10 mil de multa para uma empresa, porque havia ignorado algumas cláusulas de um contrato de prestação de serviços. A ansiedade por fechar um novo negócio subiu à cabeça e assinei um documento sem tê-lo lido atentamente. Se houvesse um advogado comigo, como tenho hoje, certamente teria passado o contrato para ele examinar antes de assinar e este problema teria sido evitado. Um bom advogado ajuda você a se precaver dos detalhes dos contratos que faz com os seus clientes e fornecedores e evita muita dor de cabeça no futuro da sua empresa.
SITE
Tem que ter um site e tem que ser um site bom. Quando me refiro a bom, refiro-me a ter, no mínimo, um bom design, bem chamativo para atrair o cliente, e também um boa otimização para mecanismos de busca. Muitos dos clientes atuais da Noxion, antes de nos conhecerem, pagavam fortunas para anúncios em mecanismos de busca ou em sites de catálogo, quando hoje o que faz a diferença é produzir um bom conteúdo e aperfeiçoá-lo devidamente para os mecanismos de busca e redes sociais. O empreendedor não precisa ter uma sede, mas um site profissional é essencial. Começar sem isso é como começar sem cartão de visitas. Hoje em dia, não tem como chamar a atenção sem nada na internet.
CONTA CORRENTE DA EMPRESA
Todo mundo fala a mesma coisa, mas pouca gente pratica. Tem que ter uma conta exclusiva para a empresa. Misturar os gastos pessoais com os recebimentos e gastos da empresa, é pedir para passar noites analisando planilhas e mais planilhas de controle. Além disso, agindo desta forma, o empreendedor perde o seu foco e também os benefícios que uma conta pessoa jurídica pode dar para um negócio. Exemplo disso, são as emissões de cobrança das contas correntes de pessoa jurídica, que agilizam a cobrança dos clientes, garantindo o profissionalismo na hora de receber pagamentos.
SOFTWARE DE CONTROLE FINANCEIRO
Além da conta é claro, você precisa de um software que classifique as entradas e saídas da conta corrente da empresa. O saldo deve bater exatamente nos dois lados e também deve ser possível fazer projeções futuras de fluxo de caixa, para se preparar para os próximos meses da empresa. Posso dizer que este é o coração da empresa, pois de nada adianta um bom plano de negócios, um bom contador, um bom advogado, um bom site e uma conta corrente pessoa jurídica aberta se o saldo mensal neste software não fecha no azul.
SOFTWARE DE VENDAS
Vender, vender, vender. Quem abre uma empresa precisa conjugar este verbo 24 horas por dia porque do contrário, o jeito vai ser arriar as portas do estabelecimento. Programa de e-mail não é software de gestão de vendas. Um bom software que faça gestão das suas vendas, deve ser dinâmico o suficiente para registrar cada passo da área de vendas e atingir um determinado cliente em específico. Ficar catando nos e-mails o histórico do que foi falado com o cliente está ultrapassado. Nas empresas de ponta, você precisa saber tudo o que foi falado com o cliente, desde o primeiro contato, quem estava fazendo a negociação, o quanto esse cliente costuma comprar, por quanto tempo ele não compra mais de você, entre outras funcionalidades que poderíamos passar o artigo inteiro falando aqui. Coloque o olho nisso e refine o máximo possível essa ferramenta, pois com isso o seu fluxo de caixa agradecerá.
SOFTWARE DE GESTÃO DE ENTREGA DOS SEUS SERVIÇOS OU PRODUTOS
Garanta a entrega daquilo que você vendeu, seja serviço ou produto. Ter um software para gerenciar se o seu cliente recebeu aquilo que comprou é essencial. Depois que você vendeu, agora talvez seja a parte mais difícil: entregar. Garantir a qualidade de entrega de serviços e produtos, é o calcanhar de Aquiles de muitas empresas e se você bobear pode ganhar muito dinheiro em um mês e perder todo ele respondendo a processos no PROCON nos meses seguintes.
SISTEMA DE VENDAS
Vendas é sistema. Alguém disse isso para mim uma vez e eu nunca mais esqueci. Quando vendemos, temos que organizar um passo a passo que leve os nossos clientes a comprar de nós. É algo como um jogo de perguntas e respostas que vão resultar na venda. Primeiro você elabora um pequeno passo a passo e o aprimora na medida em que o testa com os seus clientes. Em um médio prazo você terá consolidado o sistema de vendas da sua empresa e poderá delegar esta área em setores, revendedores, etc.
Com essa pequena lista em mãos, espero ter respondido a pergunta que a maior parte das pessoas me fazem quando chegam ao nosso site: Qual é básico para se abrir uma empresa? Agora que você já sabe, mete bronca!
Procure a Kadoshi Automação e Assessoria Contábil que podemos contribuir com todos esses quesitos para a sua empresa.
Como saldar todas as suas dívidas rapidamente?
Imagem por EDU.z
Erros, todos nós cometemos, mas consertá-los é o que fará a diferença no futuro. E por isso, decidi escrever este artigo para ajudá-lo(a) a saldar as suas dívidas da maneira mais rápida que conheço: fazendo um mapa mental das suas delas e dos seus ganhos.
QUANTO VOCÊ DEVE E PARA QUEM?
Se você perdeu completamente a noção de quanto você deve e para quem, você pode utilizar o site de consulta ao Serasa online e pagar cerca de R$40,00 para ter acesso a um relatório completo e detalhado sobre todas as suas dívidas.
Mapeie as suas dívidas através da técnica de mapa mental que ensinei nesta série de artigos sobre táticas pessoais de guerra para montar um negócio próprio começando por colocar no centro do papel o seu nome e nas linhas que saem dele, uma a uma, o nome das empresas e/ou pessoas para quem deve, juntamente com o valor da dívida atualizado.
QUANTO VOCÊ GANHA E QUANTO LHE SOBRA POR MÊS?
Em uma outra folha coloque o seu nome ao centro e nas linhas puxadas a partir do círculo que envolve o seu nome, coloque o nome da sua fonte pagadora (empresa, pessoa, etc.) e o valor líquido (desconte os impostos) que recebe dela. Puxando outra linha, coloque os valores das suas despesas fixas, ou melhor, das despesas que você tem consigo e com a sua família durante o mês. Some os ganhos e diminua das despesas e encontre o valor que sobra todos os meses na sua conta e que servirão para pagar as suas dividas.
QUANTOS MESES VOCÊ PRECISA PARA PAGAR SUAS DÍVIDAS?
Com o valor de todas as suas dívidas em mãos, divida-o pelo valor de quanto lhe sobra todos os meses na sua conta e obtenha a quantidade de meses que você deverá se dedicar a pagar os seus débitos com o mercado.
FAÇA UM PLANO
Tendo todas as respostas em mãos, agora é o momento de detalhar no papel quem você vai pagar primeiro e quanto você irá pagar a cada empresa e/ou pessoa que você possui dívida, pois tendo um plano para caminhar, você passará a ter domínio sobre a sua vida, não deixando mais a mente vaguear quando perguntada sobre quanto deve, para quem e quando irá pagar.
Se precisar de mais dinheiro para pagar as suas dívidas, apresse-se em começar a fazer aquilo que ama ao invés de simplesmente fazer algo para pagar as contas, pois se aplicar a sua energia em algo que não gosta em horários que serviriam para o seu descanso, aí mesmo é que o barco vai afundar. Pode apostar.
Cuidado para não se tornar escravo da sua própria empresa
A escravidão voluntária é sacrifício temporário para alcançar senhorio permanente.” Marquês de Maricá
COMO É POSSÍVEL SE TORNAR ESCRAVO DE SI MESMO?
Em ambas as situações, como empregado ou empreendedor/empresário, é muito simples se tornar escravo de si mesmo. A crença nas sensações dos seus cinco sentidos, somada às crenças adicionadas pela cultura e pela educação, causam a ruína de qualquer possível senhor da sua própria vida. A partir do que está fora de nós julgamos, fazemos julgamentos sobre nossa própria personalidade e a maneira que vivemos. Assim, escolhemos sofrer. Sim, sofrer, pois sofrer é o que mais gostamos já que o sofrimento é o que mantém nossas sensações vivas!
Como empregado você se adequa a um sistema já estabelecido. Entra em uma caixinha e ali se adapta da melhor forma para não perturbar o sistema e receber em troca as prestações da sua casa ou seu aluguel pago no final do mês, um plano de saúde particular para você e sua família e manter seu carro (com seguro particular) na garagem da sua casa, dentro do seu condomínio. Como empresário, você cria um sistema de trabalho para atender a uma necessidade do mercado, cria uma nova caixinha, ali se adapta da melhor maneira a não perturbar o sistema e receber em troca o seu pró-labore mensal e sua retirada de lucros no final do ano para comprar aquele terreno na praia ou trocar o seu carro.
Se de um lado você entra em uma caixinha já criada, no outro (como empreendedor) você cria uma caixinha para entrar. De forma alguma você não percebe que a vida é como um rio que desce constantemente da sua nascente para passar por nossos pés com águas frescas todos os dias. A vida (o rio) pode ser a mesma, mas os momentos e situações que vivemos (as gotas do rio) não. Qual a razão de nos escravizarmos dessa forma? Escravos das sensações do corpo, do coração e da mente! Quando achamos que não somos escravos é porque trocamos as algemas de posição…
DECISÕES BASEADAS NO MEDO
Conheço diversos empresários que ao invés de melhorarem o seu próprio negócio através da sua própria visão e intuição, preocupam-se em fazer o mesmo que o concorrente ou melhorar o que já existe ao invés de criar algo totalmente novo e diferente. Isto é medo e o medo só trará para o seu negócio mais medo e nunca você se sentirá seguro o suficiente administrando a sua própria empresa. A todo momento você acreditará que alguém pode roubar a sua idéia ou fazer o mesmo que você ao invés de você colocar para fora todas aquelas suas idéias para o seu negócio funcionar cada vez melhor e se destacar na multidão posicionando-se no topo.
DECISÕES BASEADAS NO AMOR
No lado oposto, também conheço pessoas que baseiam as suas decisões no amor que possuem pelo seu negócio e não pelo medo de ficar sem dinheiro ou não conseguir atingir suas metas de vendas. Se você fizer a sua parte e conseguir encontrar a posição que devia ocupar dentro do rio, o rio fará a sua parte (como sempre fez) e lhe dará o que você precisa para refrescar sua vida. Isto é uma verdade, pois acontece comigo! Estou falando justamente disso em um dos capítulos do Marco Zero. Eu faço o que acredito ser o mais coerente para mim, procurando me posicionar da melhor forma na vida, deixando o resto acontecer sem me preocupar com o futuro, mas com o que faço no presente. Se me divirto durante o meu dia é porque estou fazendo algo com amor e, por estar fazendo algo assim, contatos e clientes chegam até mim sem qualquer esforço. É puro inbound marketing do amor!
LIBERTE-SE! SEJA UM BOÊMIO!
Cá entre nós, você vai criar uma empresa para ser igual as outras? Se você é empreendedor de verdade, você não pode criar um emprego para você, você deve criar uma empresa com um jeito totalmente novo de se trabalhar para se realizar como pessoa e profissional. Liberte-se dos padrões e comporte-se como um boêmio, um músico, que faz o que gosta e dentro daquilo que gosta de fazer tenta se sustentar (e consegue!).
Todos os músicos fazem a música que gostam (pelo menos a maioria dos que escuto). Eles não levam as suas vidas sem criar nem por um segundo e a maior dádiva que nós seres humanos temos frente às outras criaturas do planeta é este poder de criação inerente a todos que nos permite co-criar um planeta inteiro uns com os outros.
A minha renúncia enche-me a alma e o coração de tédio.
A tua renúncia dá-me um desgosto que não tem remédio.
Amar é viver, é um doce prazer, embriagador e vulgar.
Dificil no amor é saber renunciar!*
Renuncie às suas paixões, às suas sensações, ao seu próprio intelecto. Busque o que lhe faz bem, seja feliz nisso mesmo que não receba um tostão. Se estiver fazendo o que ama e tiver renunciado da posição de escravo de si próprio, conseguirá andar melhor com suas próprias pernas do que aquele que anda com pedras amarradas aos pés.

